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O que eu aprendi no último dia - nesse único dia - em 4 anos, fotografando torneios de tênis.

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Quadra do Fundo Crônica · Registro · Observação A quadra do fundo Sobre energias que ensinam e o privilégio de não querer saber quem são eles e quem eles pensam que são. M·DAS MACHINE Crônica 2026 Nota da autora Este blog tem sido algo muito específico: não quero perder a humanidade dos meus registros. Então pode ser que se encontre de tudo que é relevante ao meu momento. Estava ouvindo Say Hello 2 Heaven — Temple of the Dog. Às vezes, no instante em que paro e observo pessoas, contextos, presenças, comportamentos… sinto que me transformo interiormente. Mas, de tudo que eu observo, o que percebo após passar por lugares e grupos é que existem energias singulares que, se bem captadas, têm o poder de alterar a famosa química no seu cérebro. Percorrer caminhos que te façam sair dos centros familiares e observar outros grupos e seres, estabelecer-se...

A criminologia contemporânea tem nome e canal de propagação em massa. O próprio niilismo com estética de entretenimento.

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O Que o Espetáculo Administra — Ex Machina Ex Machina · Crítica · Cultura · Poder O Que o Espetáculo Administra Do show de horrores à decoração de natal filmada como redenção — um monólogo sobre o pipeline que ninguém anuncia e todos alimentam. Categoria Crítica · Comportamento · True Crime Referências Foucault · Nietzsche · Platão Publicado em Ex Machina, 2026 I A alma que se vende, o palco que a recebe Existe um pacto não assinado no centro da indústria do entretenimento. Ele não consta em contrato, não aparece nos releases de assessoria, não é discutido em painéis de festival. Mas opera com a regularidade de um mecanismo — e sua moeda é atenção, sua mercadoria é deterioração lenta, e seu consumidor mais fiel somos nós. Canais de comunicação, artistas e influenciadores não vendem apenas produto. Vendem acesso ao própr...

Conhecer-se de verdade implica ver o que não é belo. O que é falho. O que envelhece.

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Carcaça Flutuante — Ex Machina ∿ Ex Machina · Crítica Carcaça Flutuante Um monólogo em quatro câmaras — sobre plástico, Narciso, Dorian Gray, Artaud e a militância de sofá que consome enquanto protesta. Categoria Crítica · Comportamento · Cultura Referências Wilde · Artaud · Ovídio · Caravaggio Publicado em Ex Machina, 2026 Câmara I A que destila Há uma coisa que o plástico e a memória têm em comum: nenhum dos dois afunda. Jogamos fora o que não queremos carregar — a embalagem, o frasco, a roupa que só existiu para ser fotografada — e achamos que nos livramos. Mas o Pacífico tem cinco bolsões onde o descarte vai ensaiando eternidade. Cinco câmaras de arquivo. Cinco espelhos onde o século deposita o que não quer ver. O plástico não desaparece. Ele aprende a ser menor. Partido em fragmentos menores que cinco milímetros...