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Comunicação como ato sintrópico e sustentável.

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A desordem é lucrativa. A ordem, uma ameaça. — Midas Machine Midas Machine · Artigo · 2023 → 2026 A desordem é lucrativa. A ordem, uma ameaça. Sintropia, ESG e o desconforto de agir agora quando o mercado ainda aplaude o caos. Midas Machine Comunicação · Estratégia · ESG Novembro 2023 · revisão 2026 Nota da autora Este texto nasceu em novembro de 2023. Hoje resgatei imagens de 2016 na medida que uso do meu próprio banco de observações e registros para expressar o que acredito, na tentativa e esperança de que mentes alinhadas se conectem por aqui. Antes da sigla existia o conceito. Antes do conceito, existia a natureza fazendo aquilo que o capitalismo tardio insiste em chamar de utopia: organizando-se, compondo-se, crescendo na direção de mais vida — não menos. Samambaia em espiral — Gramado, RS, 2016 © Midas Machine A termodinâmica nos ensi...

A criminologia contemporânea tem nome e canal de propagação em massa. O próprio niilismo com estética de entretenimento.

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O Que o Espetáculo Administra — Ex Machina Ex Machina · Crítica · Cultura · Poder O Que o Espetáculo Administra Do show de horrores à decoração de natal filmada como redenção — um monólogo sobre o pipeline que ninguém anuncia e todos alimentam. Categoria Crítica · Comportamento · True Crime Referências Foucault · Nietzsche · Platão Publicado em Ex Machina, 2026 I A alma que se vende, o palco que a recebe Existe um pacto não assinado no centro da indústria do entretenimento. Ele não consta em contrato, não aparece nos releases de assessoria, não é discutido em painéis de festival. Mas opera com a regularidade de um mecanismo — e sua moeda é atenção, sua mercadoria é deterioração lenta, e seu consumidor mais fiel somos nós. Canais de comunicação, artistas e influenciadores não vendem apenas produto. Vendem acesso ao própr...

Conhecer-se de verdade implica ver o que não é belo. O que é falho. O que envelhece.

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Carcaça Flutuante — Ex Machina ∿ Ex Machina · Crítica Carcaça Flutuante Um monólogo em quatro câmaras — sobre plástico, Narciso, Dorian Gray, Artaud e a militância de sofá que consome enquanto protesta. Categoria Crítica · Comportamento · Cultura Referências Wilde · Artaud · Ovídio · Caravaggio Publicado em Ex Machina, 2026 Câmara I A que destila Há uma coisa que o plástico e a memória têm em comum: nenhum dos dois afunda. Jogamos fora o que não queremos carregar — a embalagem, o frasco, a roupa que só existiu para ser fotografada — e achamos que nos livramos. Mas o Pacífico tem cinco bolsões onde o descarte vai ensaiando eternidade. Cinco câmaras de arquivo. Cinco espelhos onde o século deposita o que não quer ver. O plástico não desaparece. Ele aprende a ser menor. Partido em fragmentos menores que cinco milímetros...